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Cinema, Cinema japonês, Film de guerra, Guerra, Jumpei Gomikawa, Kyôko Kishida, Masaki Kobayashi, Michiyo Aratama, Segunda Guerra Mundial, Taketoshi Naitō, Tamao Nakamura, Tatsuya Nakadai, Yûsuke Kawazu
Depois de ver o seu pelotão destruído pelo avanço soviético, já na fase final da Segunda Guerra Mundial, Kaji (Tatsuya Nakadai), ainda no sul da Manchúria chinesa, só quer sobreviver. Comandando um grupo de soldados perdidos, o seu objectivo é atravessar para sul, para fugir da guerra sem que o seu grupo seja capturado. Pelo caminho vão ter de suportar fome, frio e todo o tipo de privações, reunir-se a um grupo de refugiados civis, enfrentar a dureza de uma selva e tentar a sua sorte nalgumas aldeias, sabendo que as tropas chinesas e soviéticas estão um pouco por todo o lado. Continuar a ler

Depois de ser considerado culpado pelas fugas e mortes do campo de trabalhos que supervisionava, Kaji (Tatsuya Nakadai) é enviado para a guerra, deixando para trás a esposa Michiko (Michiyo Aratama). Num quartel na Manchúria, Kaji enfrenta uma recruta dura, onde é mal tratado por todos, devido às suas simpatias de esquerda, travando amizade apenas com Shinjō (Kei Satō), outro soldado de esquerda. Assistindo à desumanização do exército, Kaji impõe-se, lutando pelos seus camaradas, vendo alguns colapsar e insurgindo-se perante os oficiais complacentes, até a frente de batalha os chamar.
Entre 1956 e 1957, combateu-se a chamada Batalha de Argel, um episódio da guerra de independência argelina (1954-1962) contra a França, e que ficou marcado pela sua extrema violência, quer nos atentados terroristas argelinos, quer na reacção francesa de sequestro, tortura e execução de muitos cidadãos argelinos. Acompanhando a história de Ali La Pointe (Brahim Hadjadj), o filme transporta-nos, em jeito de noticiário televisivo, pelos principais incidentes que marcam a escalada de violência e evolução do conflito. 



Christian Diestl (Marlon Brando), um instrutor de esqui alemão tornado soldado na Segunda Guerra Mundial, Michael Whiteacre (Dean Martin), um célebre actor da Broadway recrutado à força, e Noah Ackerman (Montgomery Clift) um idealista judeu, recém-casado e também recrutado para a guerra, vêem as suas vidas alteradas quando passam a testemunhar por dentro as diferentes facetas da Segunda Guerra Mundial. Desde encontrar coragem para não desertar, lutar contra os preconceitos na sua própria unidade, ou questionar-se se vencer a guerra requer atitudes que vão contra todo o humanismo, os três homens vão percorrer caminhos diferentes, todos eles dolorosos e reveladores.
Ivan Bondarev (Nikolay Burlyaev) é um rapaz de 12 anos, que perdeu a família na Segunda Guerra Mundial. Se nos seus sonhos o vemos em brincadeiras de criança com a mãe (Irma Raush) ou a irmã, ao acordar, vamos encontrá-lo sujo, escondido, amedrontado, atravessando linhas inimigas no seu trabalho de batedor, trazendo informações preciosas ao exército do seu país. E se tal deixa incrédulo o tenente Galtsev (Evgeniy Zharikov), que não acredita que aquela criança petulante seja quem diga ser, logo o tenente-coronel Gryaznov (Nikolay Grinko) nos mostra que Ivan é uma peça chave do reconhecimento do inimigo, sempre pronto a aventurar-se nas missões mais arriscadas.
Durante a Batalha de Somme, em 1916, na Primeira Guerra Mundial, cinco soldados franceses acabam feridos numa mão – seja por acidente involuntário ou por auto-mutilação –, facto que aproveitam para tentarem ser desmobilizados. Todos são sumariamente condenados, e a sua pena é serem levados para terra de ninguém, para que os alemães os matem. Quem não aceita esta versão dos factos é Mathilde (Audrey Tatou), a noiva do mais jovem dos cinco, Manech (Gaspard Uliel), a qual vai iniciar uma investigação à distância, que durará até 1920, na qual ela acredita que o seu noivo terá sobrevivido.
Nos anos 1930, a Espanha vive uma cruel guerra civil, que envolve também tropas de outras nacionalidades. Se os nacionalistas são apoiados pela Alemanha e Itália, os republicanos são ajudados por voluntários de muitos países, numa aventura romântica pela liberdade. Um deles é Robert Jordan (Gary Cooper), um norte-americano, que é enviado às montanhas, pelo seu general, para rebentar uma ponte estratégica. Para tal, Robert tem de contar com a ajuda de um grupo guerrilheiro, onde se encontra a bela Maria (Ingrid Bergman), por quem Robert se vai imediatamente apaixonar.
Siegfried Loraine Sassoon (James Wilby), é um soldado, escritor e poeta inglês, condecorado na Primeira Guerra Mundial, que numa polémica carta aberta ao The Times, questiona as opções militares dos Aliados, apelando ao fim da guerra. Por temer o efeito desta carta na opinião pública, as autoridades decidem que o melhor a fazer é desacreditá-lo, enviando-o para o hospital militar psiquiátrico de Craiglockhart, na remota Escócia. Aí, Sassoon trava amizade com o seu médico, o capitão William Rivers (Jonathan Pryce), com os acesos debates entre ambos a mostrar que as fronteiras entre sanidade e trauma podem não ser as que à partida se definem.
Em Casablanca, durante a Segunda Guerra Mundial, refugiam-se todos os que pretendem deixar a Europa ocupada pelos nazis, para viajar para os Estados Unidos. Local de encontro é o Rick’s Café Americain, do americano Rick Blaine (Humphrey Bogart), onde se bebe, joga e se esquece a guerra, enquanto se procura dinheiro, um visto, ou passagens aéreas para Lisboa. Quando aí chega o activista da resistência Victor Laszlo (Paul Henreid) e a sua esposa Ilse Lund (Ingrid Bergman), os ânimos aquecem politicamente, com o chefe da polícia francesa, o capitão Louis Renault (Claude Rains) e o representante do Reich, o major Heinrich Strasser (Conrad Veidt), a fazer-lhe marcação cerrada. Para piorar, Ilse é a mulher que um dia abandonou Rick quando este fugia de Paris, e que agora lhe reentra na vida para pedir ajuda para o seu marido.