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Construto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
BERJAYA Nota: Não confundir com Construção social.
BERJAYA
O centro de massa de um objeto "existe" certamente em algum sentido, mas não no mesmo sentido em que o próprio objeto existe

Construto (português brasileiro) ou constructo (português europeu) em filosofia, é um objeto ideal, isto é, um objeto da mente ou do pensamento, o que significa que a sua existência pode ser considerada dependente da mente de um sujeito. Isto contrasta com quaisquer objetos possivelmente independentes da mente, cuja existência supostamente não depende da existência de um sujeito observador consciente. Assim, a distinção entre estes dois termos pode ser comparada à que existe entre fenómeno e nómeno noutros contextos filosóficos e também a muitas das definições típicas dos termos realismo e idealismo. Na teoria da correspondência da verdade, as ideias, tal como os constructos, devem ser julgadas e verificadas de acordo com a forma como correspondem aos seus referentes, frequentemente concebidos como parte de uma realidade independente da mente.[1][2]

Referências

  1. Bunge, M. 1974. Treatise on Basic Philosophy, Vol. I Semantics I: Sense and Reference. Dordrecth-Boston: Reidel Publishing Co.
  2. Cronbach, L.J., and Meehl, P.E. (1955) "Construct validity in psychological tests", Psychological Bulletin 52:281-302.