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Lotus Cars

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
BERJAYA Nota: Para outros significados, veja Lotus.
Lotus Cars Limited
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AtividadeAutomotiva
Fundador(es)Colin Chapman
SedeHethel, Inglaterra
Proprietário(s)Geely Motors
ProdutosAutomóveis e peças
Websitewww.lotuscars.com
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Logo da Lotus F1 Team de 2012 a 2015

Grupo Lotus (também conhecido como Lotus Cars e comercializado como Lotus NYO na China[1]) é um fabricante automotivo multinacional britânico de carros esportivos de luxo e veículos elétricos.

O grupo Lotus é composto por três entidades principais. A Lotus Cars, uma empresa de carros esportivos de alto desempenho que está sediada em Hethel, em Norfolque, Inglaterra. A Lotus Tech, uma empresa de veículos totalmente elétricos, sediada em Uane, China, e opera instalações regionais no Reino Unido, Países Baixos e Alemanha.[2] Além disso, a Lotus Engineering, uma empresa de consultoria em engenharia que está sediada no Lotus Advanced Technology Centre (LATC) localizado no Wellesbourne Campus da Universidade de Warwick, na Inglaterra.[3]

A Lotus foi fundada e detida por muitos anos por Colin Chapman. Após sua morte e um período de instabilidade financeira, foi comprada pela General Motors, depois Romano Artioli e depois pela DRB-HICOM por meio de sua subsidiária Proton, que foi dona da Lotus de 1996 a 2017. A Lotus é atualmente de propriedade majoritária da multinacional chinesa Geely.[4]

História

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Linha de produção da empresa em 2008

A empresa foi fundada como Lotus Engineering Ltd em 1952, pelo engenheiro Colin Chapman. Em 1954 a empresa dividiu-se, surgindo a Team Lotus, que viria então a participar ativamente das corridas de Fórmula 1. O Grupo Lotus foi formado em 1959 e compreendia a Lotus Cars Limited e a Lotus Components Limited. Enquanto a primeira era focada em carros de rua, a segunda produzia carros de competição. Em 1971 a Lotus Components Limited tornou-se Lotus Racing Limited mas a empresa foi encerrada no mesmo ano.[5]

Em 1986, a empresa foi comprada pela General Motors. No dia 27 de agosto de 1993, foi vendida por £30 milhões para a A.C.B.N. Holdings S.A. de Luxembourg, empresa controlada pelo italiano Romano Artioli, dono da Bugatti Automobili SpA.

Em 27 de agosto de 1993, a GM vendeu a empresa por 30 milhões de libras para a ACBN Holdings SA, de Luxemburgo, uma empresa controlada pelo empresário italiano Romano Artioli, que também era proprietário da Bugatti Automobili SpA. Em 1996, a participação majoritária na Lotus foi vendida para a montadora malaia Proton.

Em 24 de maio de 2017, a multinacional chinesa Geely anunciou que estava adquirindo uma participação majoritária de 51% na Lotus. Os restantes 49% foram adquiridos pela Etika Automotive, uma holding pertencente a Syed Mokhtar Albukhary, principal acionista da Proton.[6]

Em janeiro de 2021, a Geely anunciou uma joint venture com a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e sua divisão Alpine para desenvolver uma gama de carros elétricos de alto desempenho que compartilharão algumas de suas futuras plataformas. Em abril de 2021, a Lotus anunciou planos para produzir apenas carros elétricos até 2028 e aumentar a produção de cerca de 1.500 unidades por ano para dezenas de milhares. A Geely e a Etika Automotive investiram dois bilhões de libras (US$ 2,8 bilhões) para financiar as mudanças.[7]

A Lotus Technology Inc., divisão de veículos elétricos da Lotus, que possui uma estrutura de propriedade diferente (30% da Etika e o restante da Geely e da Nio Capital), foi listada na Nasdaq em fevereiro de 2024, após a conclusão de uma fusão com uma empresa de aquisição de propósito específico afiliada à L Catterton. Após a abertura de capital, 10,3% das ações são detidas pelo público.[8]

Fórmula 1

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Emerson Fittipaldi pilotando o modelo 72D, no Grande Prêmio da Áustria de 1972.

A Team Lotus, divisão da Lotus Engineering, ingressou na Fórmula 1 em 1958, onde alcançou grande domínio nas décadas de 1960 e 70. A equipe conquistou nessa época um total de 7 títulos de construtores e 6 de pilotos.

Lotus-Renault

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No dia 8 de dezembro de 2010, foi anunciada a compra de parte da equipe Renault F1 Team pelo Grupo Lotus. A equipe passou então a se chamar Lotus Renault GP Team a partir da Temporada de 2011.[9] E a partir da Temporada de 2012 passou a se chamar apenas Lotus F1 Team.


Fórmula Indy

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A Team Lotus, divisão da Lotus Engineering, ingressou na Fórmula Indy em 2012, onde não alcançou potência suficiente para disputar com Honda e Chevrolet. Na Indy 500 classificou seus dois carros por último e ambos receberam bandeira preta com 10 voltas por não alcançarem o desempenho mínimo (regra dos 105%). Os motores eram produzidos pela Judd.

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Lotus Elise

Referências

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  1. «Why Lotus has a different name in China». All cars news (em inglês). 18 de janeiro de 2023. Consultado em 4 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2025
  2. «About Lotus - Lotus Cars Media Site». media.lotuscars.com. Consultado em 28 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 28 de maio de 2025
  3. «The Lotus Advanced Technology Centre at Wellesbourne». warwick.ac.uk. Consultado em 2 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  4. «Lotus sold to Geely, Syed Mokhtar's Etika for £100m». The Edge Malaysia. Consultado em 1 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2025
  5. Golden Gate Lotus Club Retrieved 1 May 2008
  6. «Proprietária da Volvo, Geely compra Lotus e vira sócia da Proton». Carplace. Consultado em 24 de junho de 2017. Arquivado do original em 1 de junho de 2017
  7. «British sports carmaker Lotus aims to expand, go all-electric by 2028». Yahoo News (em inglês). 27 de abril de 2021. Consultado em 19 de abril de 2026
  8. Lawson, Alex (31 de janeiro de 2023). «Chinese owner of Lotus Technology to list a stake in US via blank cheque firm». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077
  9. Grupo Lotus anuncia acordo com a Renault e dará nome ao time em 2011 Globoesporte.com

Ligações externas

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