Luisa Mell
| Luisa Mell | |
|---|---|
Luisa em 2018 | |
| Nome completo | Marina Zatz de Camargo |
| Nascimento | 19 de setembro de 1978 (47 anos) |
| Nacionalidade | brasileira |
| Progenitores | Mãe: Sandra Zatz Pai: José Alfredo Camargo |
| Alma mater | Universidade Presbiteriana Mackenzie |
| Ocupação | |
| Período de atividade | 2001–presente |
| Website | luisamell ilm lojaluisamell |
Marina Zatz de Camargo[1] (São Paulo, 19 de setembro de 1978), mais conhecida pelo nome artístico Luisa Mell, é uma ativista dos direitos dos animais, apresentadora e escritora brasileira filiada ao Podemos (PODE).[2] Tornou-se conhecida pelo resgate e proteção de animais, sobretudo cães, com o qual ganhou a alcunha de "cachorreira".[3]
Biografia
[editar | editar código]Marina, de família e religião judaicas,[4] adotou o nome Luísa em homenagem à avó, morta num acidente automobilístico quando a modelo ainda era adolescente.[5] O acidente fez o pai, José Alfredo, ficar deprimido, o que se resolveu com ajuda de um cachorro, que a família então adotou, motivo pelo qual a apresentadora diz ter grande ligação com esses animais.[6] Sua mãe é Sandra Zatz.[7] O nome Mell foi adotado por costumar vender pão de mel quando criança.[6] No entanto, Luisa é vegana.
Carreira
[editar | editar código]Em 2001 se torna repórter do Noite Afora.[6] Em 2002 estreou seu próprio programa às sextas-feiras, o Black Brasil, que era destinado à música negra brasileira.[6] No mesmo ano também estreia no comando do Late Show, aos domingos, programa sobre animais de estimação, promovendo resgate de bichos sob maus tratos, campanhas de adoção, levando cães e gatos abandonados aos veterinários, além de tirar duvidas sobre os animais de estimação e trazendo novidades deste universo.[6] Também foi apresentadora principal do programa TV Fama.[8] Com o encerramento do Black Brasil, no final de 2002, passou a apresentar também o TV Fama, onde ficou até 2006.
Em 2005 foi ofendida ao vivo por Clodovil Hernandez, contratado da mesma emissora, quando este declarou em seu programa A Casa É Sua que Luisa terminaria seus dias como atriz pornográfica, assim como Rita Cadillac. A ofensa rendeu a demissão do estilista.[9] Em 2007 foi madrinha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi, que trazia enredo versando sobre o aquecimento global.[10] No mesmo ano estrelou o musical Cinderela, adaptado por José Wilker e com direção de Eduardo Martini.[11] Em 2008 foi madrinha de bateria de escola de samba novamente, mas desta vez na Imperador do Ipiranga, que trazia enredo em apoio às causas ecológicas defendidas por Luisa.[12] No mesmo ano estreou os espetáculos Nunca Se Sábado e Mãos ao Alto, São Paulo.[13]
Em 6 de agosto de 2008 o Late Show foi cancelado e Luisa demitida sem prévio aviso, uma vez que a apresentadora Daniela Albuquerque havia se casado com seu ex-namorado, dono da RedeTV!, e pediu a demissão da ex.[1] Na época Luisa declarou ter se sentido humilhada por ter recebido sua demissão pelo telefone, avisada que não poderia mais retornar à emissora e que eles enviariam seus pertences pessoais.[8] Em 2009, ao chegar em um evento, os repórteres do Pânico na TV ficaram constrangidos por não poderem entrevistá-la, uma vez que ela estava proibida de aparecer nos programas da RedeTV!.[1] No mesmo ano protagonizou o seriado Amorais, no Canal Brasil, como a trambiqueira Carina, sendo dirigida por Fernando Ceylão.[14]
Em 2010 passou a apresentar o programa Comunidade dos Bichos, na Rádio Bandeirantes,[15] além de se tornar colunista pelos direitos dos animais no website da mesma, onde ficou em ambos por três anos.[16] O contrato, restrito somente à rádio, permitiu-a fazer outros trabalhos na televisão, sendo que em 2011 entrou para o elenco da fase final da telenovela Araguaia como Cris.[17] No mesmo ano assinou contrato com a TV Gazeta para apresentar um programa, o Estação Pet.[18]
Em 12 de abril de 2018 Luisa Mell foi confirmada como nova apresentadora na Rede Bandeirantes, onde deve estar à frente de um novo programa voltado aos animais.[19]
Entre outubro e dezembro de 2018 Luisa protagonizou uma série de oito vídeos, produzida por uma parceria entre UOL e Facebook, intitulada Livre Acesso, que mostrou os bastidores do trabalho de Luisa como ativista pelos direitos dos animais.[20]
Vida pessoal
[editar | editar código]Luisa é formada em direito e teatro.[21] De família judia europeia, começou a frequentar a cabala depois de seu encontro com Madonna.[22] Entre 2002 e 2005 namorou o empresário Amilcare Dallevo Jr., sócio da RedeTV!.[1] Em 29 de junho de 2009 se envolveu num acidente automobilístico ao voltar do Teatro Folha onde participara do espetáculo Nunca Se Sábado, quando, ao fazer uma conversão, teria induzido um motociclista a bater num poste para se desviar do carro. O piloto sofreu ferimentos leves, enquanto a passageira, Bruna da Silva Viana, então com 17 anos, ficou em estado de coma por mais de 30 dias.[4][5][8] Em 2010 começou a namorar o engenheiro Gilberto Zaborowsky,[23] com quem veio a se casar em 26 de novembro de 2011.[24] Em 15 de fevereiro de 2015 nasceu seu primeiro filho, Enzo Zatz Zaborowsky.[25]
Em 2021, Luisa anunciou seu divórcio de Gilberto Zaborowsky, alegando traição e violência psicológica por parte do marido. Ao mesmo tempo, a ativista afirmou ter sofrido violência hospitalar por intermédio de Zaborowsky, que autorizou uma cirurgia plástica sem o consentimento de Luisa.[26][27]
Controvérsias
[editar | editar código]Beagles de São Roque
[editar | editar código]Em outubro de 2013, dezenas de ativistas, incluindo Luisa Mell, invadiram o laboratório do Instituto Royal, na cidade de São Roque, no estado de São Paulo e roubaram 178 cães da raça Beagle, sete coelhos e mais de 200 camundongos e destruíram arquivos de pesquisa.[28][29] O Instituto teria recebido R$ 5,3 milhões da União para a criação, manejo e fornecimento de roedores e cães para serem utilizados em "toxicologia pré-clínica para avaliação de seguranças e periculosidade de novas moléculas candidatas a uso terapêutico",[30] contando ainda com outro laboratório, em Porto Alegre, dentro do Campus do Vale da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).[31] Os invasores destruíram materiais de estudos relacionados a remédios contra o câncer, diabetes, hipertensão e epilepsia, prejudicando a pesquisa científica.[32] Uma promissora pesquisa de imunoterapia contra o câncer, da USP, foi interrompida.[33]
Desde o fato, o sistema de pesquisa e desenvolvimento de fármacos no Brasil não conseguiu preencher a lacuna deixada com o fechamento do Instituto Royal, pois o laboratório era o único no país qualificado a fazer uma série de ensaios pré-clínicos com animais, exigidos pelos órgãos internacionais para teste de vacinas e medicamentos. Com isso, cientistas brasileiros que necessitam desenvolver pesquisas nessa área ou são obrigados a realizar os testes fora do país ou abandonar seus projetos de pesquisa. Apesar da condenação de um dos envolvidos,[34] que não participou das invasões, a insegurança jurídica causada pelo episódio desestimula qualquer investimento na área, como a construção de biotérios para pesquisa do vírus da zica pois os inquéritos de depredação, invasão de propriedade privada, furto ainda continuam em investigação.[35]
Dois anos após a invasão do Instituto Royal, o G1 reportou que um dos beagles roubados vivia na rua, nas proximidades de onde era o laboratório. Segundo moradores, o animal apareceu logo após a invasão, possivelmente por medo da investigação policial, e tinha sarna e passava fome.[36]
Caso Pia/Antonieta, a Borzoi
[editar | editar código]Luisa Mell foi acusada de ter roubado uma cadela polonesa da raça Borzoi chamada Pia. O cão, mascote pessoal do filho de Gabriela Bueno, teria sido resgatado por Luisa Mell em ação conjunta com a força policial no canil de buldogues[37] de Gabriela após alegações de criação irregular, exercício ilegal da profissão veterinária e tráfico de drogas. A apreensão foi feita no chão de maus-tratos, em razão de que os buldogues foram encontrados com problemas de pele,[38] problema endêmico à raça.[39] Os buldogues também foram encontrados rodeados de fezes, mas críticos alegam que isso seria normal por serem fezes noturnas, dado que o resgate se passou durante a madrugada.[40][41] Dos 143 cães encontrados pela polícia, 18 vieram posteriormente a óbito.[42]
Segundo Luisa Mell, Pia, que originalmente não fazia parte da operação, foi encontrada magra, em um quarto escuro e sem janelas. Ossos aparentes são característicos da raça da cadela.[43] A cadela teria sido colocada sob os cuidados do Instituto Caramelo, organização voluntária fundada por Luisa Mell. A veterinária do Instituto, Marina Passadore,[44] foi posteriormente acusada de ter falsificado o atestado de óbito de Pia e doado a cadela para a família Malzoni, colaboradores pessoais do Instituto Caramelo, sob o nome Antonieta.[37][41][42]
Cão "resgatado" após ser preparado para "sacrifício religioso"
[editar | editar código]Luisa Mell postou em suas redes sociais que resgatou uma cadela ferida com amputações, teoricamente como preparo para sacrifício de caráter religioso. Uma veterinária respondeu que na verdade o animal teria sido atropelado, e a clínica veterinária onde a cadela estava sob tratamento teria apenas pedido ajuda à ativista em cuidar do animal.[45]
Elefantes do bosque Fábio Barreto
[editar | editar código]Luisa Mell acusou o Zoológico Municipal Fábio Barreto de ser "incapaz em preservar o bem-estar dos animais que lá vivem" e que uma de suas elefantas, Bambi, estaria "definhando", pressionando para que os animais fossem transferidos para o Santuário de Elefantes Brasil. O zoológico possuía duas elefantes fêmeas: Mayson e Bambi, ambos animais com idade avançada para a espécie.
A direção do zoológico respondeu que em momento algum a ativista entrou em contato para saber as condições dos animais. Segundo seus cuidadores, Mayson seria um animal carente por ter sido criada com humanos, e Bambi seria muito facilmente assustada. O veterinário encarregado do Bosque também defendeu as ações do zoológico dizendo que a alimentação era balanceada e adequada à espécie, e que as elefantas teriam alimentos e água em abundância. A bióloga do zoológico teria desaconselhado a separação e transferência dos animais para o santuário, visto que Bambi teria passado a vida inteira em cativeiro e teria problemas odontológicos delicados. A bióloga também desaconselhou a transferência por fatores emocionais da elefanta. Outros dois funcionários do bosque se manifestaram contra a ativista, dizendo que o zoológico era responsável pela reabilitação de animais silvestres. A direção do zoológico também informou que ela era regularmente fiscalizada por organizações estaduais e nacionais, e que seguia as recomendações dadas por representante da Wild Welfare, associação internacional de proteção aos animais.[46]
Uma das duas elefantas, Bambi, foi transferida com sucesso para o santuário em setembro de 2020.[47] Maison continuou no Bosque Zoológico Fábio Barreto.[48]
Ativismo
[editar | editar código]Com a estreia de seu programa Late Show passou a se envolver com os direitos e defesa dos animais, se tornando ativista do gênero.[49] Seu apego especialmente aos cães a fez ser conhecida pelo neologismo de "cachorreira".[50] Em 2008 promoveu um evento em que procurava encontrar novos donos para cerca de 100 cães resgatados por ela.[8] Na mesma época foi revelado que o público da novela A Favorita enviou um protesto para a Rede Globo para impedir que uma cena onde um cão seria morto fosse ao ar, dizendo que chamaria Luisa para intervir se isso acontecesse.[51]
Em 2009 lançou um livro de poesias, reunindo autores consagrados como Olavo Bilac, José Paulo Paes, Carlos Nejar e Astrid Cabral, intitulado Poemas que Latem ao Coração, organizado pelo escritor Ulisses Tavares.[50] No mesmo ano ganhou destaque em uma reportagem da revista Men's Health sob o título "Não sou apenas a moça dos cachorros", onde falou sobre seu ativismo.[52] Ainda em 2009 falou à revista Cult, a maior publicação de conteúdo cultural brasileira, sobre a adoção e resgate de animais.[53]
Em 2010 foi convidada por Madonna para ajudá-la com as doações em prol das vítimas do terremoto do Haiti, tendo feito sua doação.[54] No mesmo ano ficou em segundo lugar, atrás apenas de Megan Fox, na lista da revista estadunidense Men's Health que elegia as "mulheres capazes de salvar o planeta".[21] Neste ano também organizou uma campanha para resgatar cães vitimas das enchentes que assolaram a cidade de São Luiz do Paraitinga.[55] Em 2013 participou da invasão do Instituto Royal, sob alegação de que cachorros da raça Beagle estariam sendo maltratados e sacrificados, resgatando com outros ativistas 178 cães e 7 coelhos.[56] Em outubro de 2013 ela e uma equipe criaram temporariamente a ONG Emergência Animal, para resgatar e tratar animais de rua.[57][58] Em 2 de fevereiro de 2015, assinou o Estatuto que constituiu o Instituto Luisa Mell.[59]
Em 2018 Luisa lançou o livro Como os Animais Salvaram Minha Vida, no qual relata momentos importantes de sua carreira na televisão, sua vida pessoal e seus trabalhos como ativista pelos direitos dos animais.[60] Em janeiro de 2019, Luisa vai até a cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, ajudar no resgate de animais que ficaram presos em meio aos rejeitos de mineração após o rompimento da barragem da Vale na cidade, que deixou várias vítimas, e denunciando possíveis abates dos bichos no local da tragédia.[61]
Em fevereiro do mesmo ano, ela e a equipe de seu instituto realizaram o maior resgate de cães do mundo; ao todo foram resgatados mais de 1,5 mil cães de diversas raças em estado de maus-tratos. O resgate foi realizado no dia 14 e terminou na tarde de 17 de fevereiro, na cidade de Piedade (interior de São Paulo), no canil interditado por suspeita de maus-tratos, Céu Azul, com o envolvimento de cerca de 30 pessoas, e foram resgatadas 100 cadelas prenhas. Para tentar impedir o resgate a proprietária do canil entrou na justiça para suspender a transferência. O pedido de mandado de segurança foi negado pela juíza Luciana Mahuad. De acordo com a decisão, não houve ato ilícito pelo Instituto Luisa Mell, responsável pelo resgate dos cães, já que a ação de interdição do local foi tomada por funcionários da prefeitura e da Polícia Ambiental. O resgate só foi possível após a dona do canil assinar um termo de doação dos cães autorizado assim a retirada dos animais do canil de Piedade. O canil Céu Azul vendia cães para a Petz, uma das maiores redes de pet shop do país. A Petz, por sua vez, suspendeu o relacionamento com o canil e enfatizou que os criadores parceiros são visitados regularmente por veterinários da empresa, que seguem rigorosos procedimentos para garantia do bem estar animal. O canil Céu Azul funcionava em um sítio na zona rural de Piedade, no bairro Goiabas. A Polícia Militar Ambiental recebeu uma denúncia anônima sobre a situação irregular do estabelecimento e, na quarta-feira, enviou uma equipe até o local para fazer a averiguação. A Polícia Militar Ambiental confirmou a denúncia e entrou com o pedido de fechamento do canil. Foi constatado que o local funcionava clandestinamente, com instalações inadequadas, falta de higiene e organização. O canil ainda não atendia ao código sanitário vigente e às demais legislações estaduais e municipais. Os cães encontrados e resgatados eram mantidos para reprodução e comercialização. Diante da situação, a Prefeitura de Piedade, por meio da Vigilância Sanitária, lavrou auto de infração e de interdição do canil devido às irregularidades constatadas pela Polícia Militar Ambiental. A quantidade de animais resgatados é tão grande que ela precisou alugar emergencialmente dois galpões em Mairiporã, uma vez que a sede de seu instituto (Instituto Luisa Mell), em Ribeirão Pires, já quase atingia sua capacidade máxima, atendendo cerca de mais de 400 animais.[62]
Política
[editar | editar código]Foi filiada ao MDB e hoje está no União Brasil.[63][64]
Filmografia
[editar | editar código]Televisão
[editar | editar código]| Ano | Título | Personagem | Nota |
|---|---|---|---|
| 2001 | Noite Afora | Repórter | |
| 2002 | Black Brasil | Apresentadora | |
| 2002–08 | Late Show | ||
| 2002–06 | TV Fama | ||
| 2009 | Amorais | Carina | Episódio: "Piloto" |
| 2011 | Araguaia | Cris Gouveia | |
| 2011–12 | Estação Pet[18] | Apresentadora | |
| 2014 | Domingo Legal | Repórter | Quadro: Resgate Animal[65] |
| Mundo Pet | Apresentadora[66] | ||
| 2022 | Ideias à Venda | Jurada | Episódio: "Pets" |
Teatro
[editar | editar código]| Ano | Título | Personagem |
|---|---|---|
| 2007 | Cinderela[11] | Cinderela |
| 2008 | Nunca Se Sábado[13] | |
| 2008 | Mãos ao Alto, São Paulo[13] | |
Rádio
[editar | editar código]| Ano | Título | Personagem | Nota |
|---|---|---|---|
| 2010–13 | Comunidade dos Bichos | Apresentadora | Rádio Bandeirantes |
Bibliografia
[editar | editar código]Referências
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- ↑ «mundo-pet-estreia-no-sbt-com-volta-de-luisa-mell»
Ligações externas
[editar | editar código]- Nascidos em 1978
- Bacharéis em direito do estado de São Paulo
- Naturais da cidade de São Paulo
- Judeus do estado de São Paulo
- Atrizes do estado de São Paulo
- Apresentadores de televisão do estado de São Paulo
- Ativistas dos direitos animais do Brasil
- Blogueiras do Brasil
- TV Fama
- Rainhas de bateria de escolas de samba de São Paulo
- Alunos da Universidade Presbiteriana Mackenzie
- Pseudônimos do Brasil
- Veganos do Brasil
- Membros do União Brasil
- Judias do Brasil
- Cabalistas judeus
- Pessoas da RedeTV!
- Veganas
- Apresentadoras de televisão do Brasil
- Atrizes brasileiras do século XXI
- Escritoras do Brasil
- Mulheres ativistas do Brasil
- Membros do União Brasil de São Paulo
- Membros do Movimento Democrático Brasileiro (1980) de São Paulo
- Membros do Podemos (Brasil)
- Membros do Podemos (Brasil) de São Paulo
