Associação Brasileira de Preservação Ferroviária

A Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) é uma associação para a divulgação histórica das ferrovias do Brasil cuja sede nacional é localizada em Campinas.
Foi fundada em 1977 quando o francês Patrick Henri Ferdinand Dollinger reuniu interessados em preservação de locomotivas a vapor e pela divulgação da história das ferrovias no Brasil.[1][2]
O processo de criação da ABPF, da concepção à efetivação, durou de 1966, quando Patrick chegou ao Brasil, até 4 de setembro de 1977, quando foi possível realizar a assembleia de fundação da Associação. A ABPF teve papel fundamental na preservação do trecho remanescente da linha da "bitolinha" que liga as cidades históricas de São João del-Rei e Tiradentes no início dos anos 80. Naquela época chegou a ser cogitada a criação da Regional Oeste de Minas, ideia que se concretizou somente com a criação de um núcleo de estudos no local.[3] Essa e outras iniciativas são frequentemente consideradas como exemplos pioneiros de preservação ferroviária no Brasil e do direito à preservação da memória ferroviária como um todo.[4][5]
Regionais e núcleos
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A ABPF é composta por diversos núcleos regionais, a fim de melhor administrar seus trechos e cumprir seu objetivo de preservação ferroviária:[6]
Trens em operação
[editar | editar código]Os seguintes trechos ferroviários encontram-se em operação turística, chamados pela ABPF de "Museus Dinâmicos":[7]
Referências
- ↑ Associação Brasileira de Preservação Ferroviária. «ABPF - Quem somos». Consultado em 27 de julho de 2010
- ↑ Barbosa da Silva, Raquel (Março de 2017). «O PRESERVE e os Museus: análise da preservação do patrimônio ferroviário musealizado brasileiro» (PDF). UNIRIO. Consultado em 18 de abril de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 14 de abril de 2024
- ↑ «História do NEOM». Consultado em 18 de abril de 2026
- ↑ Isolde Koch Lewinsk, Cinara. «Os usos do termo memória ferroviária no Centro de Preservação da História Ferroviária do Rio Grande do Sul». UFPel. Consultado em 18 de abril de 2026
- ↑ Matos, Lucina (14 de dezembro de 2020). «Memória nos trilhos: o patrimônio ferroviário e sua contribuição às práticas preservacionistas brasileiras na década de 1980». Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material. 28: 1–21. ISSN 1982-0267. doi:10.1590/1982-02672020v28d2e27
- ↑ «Regionais e Núcleos – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária». Consultado em 16 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2026
- ↑ «Passeios de Trem e Museus – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária». Consultado em 16 de novembro de 2020
